Ajude a Helena e outras centenas de crianças a continuarem sorrindo
A Fabiana acredita que é preciso devolver à sociedade o que recebemos dela.
A Ana Claudia acredita num mundo mais justo. E inspira centenas de jovens a construí-lo
A educação mudou a vida do Jonas. Agora ele vai mudar a vida de outras pessoas
A Gene foi bem acolhida no Brasil e só vê motivos para sorrir e seguir em frente
O Paulo atende as pessoas de baixa renda do Bexiga há 20 anos. Ajude-nos a continuar trabalhando com ele
“Enquanto eu fizer o bem, posso acreditar que sou um bom advogado”. Conheça a história do Rassi e se inspire
O Rafael acredita que todo o advogado tem a obrigação moral de doar conhecimento e tempo. Faça como ele
Ajude a Helena e outras centenas de crianças a continuarem sorrindo

Ajude a Helena e outras centenas de crianças a continuarem sorrindo

Quando a Helena nasceu, muita coisa mudou na vida da família. E mudou para melhor: desde o momento da notícia de que ela tem síndrome de Down até hoje, eles têm recebido o acolhimento do Espaço Pipa, uma associação sem fins lucrativos atendida pelo Instituto Pro Bono que presta assistência gratuita às pessoas com a síndrome e seus familiares.

“No começo, foi um susto. Mas aí, fomos vendo que é uma coisa tão normal que a maior parte do tempo a gente nem se lembra. O acolhimento do Pipa foi essencial neste sentido”, conta Suyanne Esteves, mãe da Helena. Na associação, Helena tem aulas de natação, música, artes, atendimento de profissionais de saúde e o apoio de uma comunidade de profissionais e cuidadores. “Acabamos virando uma espécie de família. A equipe está sempre junto, tirando dúvidas e nos acalmando”, conta Suyanne, toda orgulhosa da filha caçula, que é carinhosa com todos e já começa a demonstrar um gosto pela música e leitura.

O Instituto Pro Bono atua como uma ponte entre advogados voluntários e entidades do terceiro setor que precisam ser constituídas ou regularizadas: por meio desse auxílio, elas podem passar a atuar, atendendo centenas de pessoas. O Espaço Pipa tem sido auxiliado desde 2012 por voluntários como o Paulo Prado, do KLA Advogados: “temos que fazer nossa parte”, salienta ele.

Você também pode fazer sua parte para vermos cada vez mais sorrisos bonitos como o da Helena. Ajude o Instituto Pro Bono

faça sua doação agora
A Fabiana acredita que é preciso devolver à sociedade o que recebemos dela.

A Fabiana acredita que é preciso devolver à sociedade o que recebemos dela.

A advogada Fabiana Maluenda é uma das voluntárias mais assíduas do Instituto Pro Bono. Ela participa dos plantões e mutirões de atendimento à população em situação de vulnerabilidade, mesmo tendo que conciliar o voluntariado com o trabalho em escritório e os estudos para concurso público. Formada com bolsa pelo Prouni, ela acredita que deve devolver para a sociedade o investimento que foi feito em sua educação.

Em sua primeira participação nos plantões, ela se surpreendeu com a diversidade de perfis dos atendidos: alguns tinham dúvidas sobre os direitos mais básicos, enquanto outros estavam bastante a par de seus casos. “Cada pessoa tem sua história, que nós nunca conhecemos previamente. É preciso olhar para o outro, adaptar o atendimento para cada um”, explica. Fabiana percebe que, por ser mulher e negra, acaba quebrando o estereótipo do profissional do direito: “a pessoa acha que vai encontrar lá um homem, de terno, que vai ter que chamar de ‘doutor’. Mas quando me vê, parece que se sente mais à vontade para explicar seu problema com suas próprias palavras”.

Você também pode devolver à sociedade o que aprendeu ou adquiriu, tornando-se voluntário do Instituto Pro Bono ou nos apoiando para seguirmos atendendo a populações em situação de vulnerabilidade.

faça sua doação agora
A Ana Claudia acredita num mundo mais justo. E inspira centenas de jovens a construí-lo

A Ana Claudia acredita num mundo mais justo. E inspira centenas de jovens a construí-lo

Será possível construir uma sociedade mais justa sem recomeçar o mundo do zero? A advogada Ana Cláudia Ruy Cardia, voluntária do Instituto Pro Bono, acredita que sim. Ela passou os primeiros anos de sua carreira em escritórios, mas viu sua vida mudar quando realizou um intercâmbio em direitos humanos na Dinamarca: a experiência num país onde livre mercado e respeito aos direitos fundamentais caminham juntos semeou nela o sonho de voltar e transformar a realidade do Brasil. Foi o que fez: abandonou a promissora carreira corporativa e começou a trabalhar com auxílio pro bono a crianças com câncer. Defendeu um mestrado sobre empresas, direitos humanos e gênero e, em 2011, conheceu o Instituto Pro Bono, tornando-se voluntária num importante projeto de defesa de direitos de populações em vulnerabilidade.

Com esta trajetória, embora bastante jovem, ela foi admitida como professora do curso de direito da Universidade Mackenzie, um dos mais conceituados do país. Lá, encontrou um público de identidades e perfis heterogêneos, muito por conta das iniciativas sociais da Universidade. Desde então, seu lema tem sido mostrar aos alunos que outro mundo é possível: “A maioria entra com aquela mentalidade capitalista, mas quando mostro que existem tantas formas de mudar a sociedade, já se abre para eles um mundo de possibilidades. As pessoas não fazem ideia de que existem tantas violações de direitos”, conta ela. Perguntada sobre como mantém a motivação diante do atual cenário de ataques à democracia e retrocessos históricos nos direitos humanos, Ana Cláudia se emociona: “eu tenho que ser um exemplo para os alunos, olhar para o lado bom. Olhar para as conquistas que sobraram e que não podem ser perdidas. Parar os retrocessos. Lutar para que essa situação não se perpetue”.

Você também pode nos ajudar a seguir lutando por uma sociedade mais justa, tornando-se voluntário do Instituto Pro Bono ou apoiando nossa missão de promover a igualdade de acesso à justiça.

faça sua doação agora
A educação mudou a vida do Jonas. Agora ele vai mudar a vida de outras pessoas

A educação mudou a vida do Jonas. Agora ele vai mudar a vida de outras pessoas

Nascido e crescido em situação de vulnerabilidade social, até pouco tempo atrás Jonas Lima tinha conseguido chegar apenas à 6ª série. O preconceito freou por anos sua coragem de seguir adiante, embora sonhasse desde pequeno com os livros. Mas em 2015 sua vida começou a mudar: ele conheceu a Associação Nossa Turma, uma entidade auxiliada pelo Instituto Pro Bono que oferece reforço escolar, cursos profissionalizantes, oficinas diversas e até creche para quem mora nas comunidades dos entornos da CEAGESP, de forma gratuita. Ao se sentir parte de um grupo disposto a transformar a realidade, Jonas aceitou o desafio de encarar os estudos e, no mês que vem, aos 25 anos, recebe seu diploma do ensino médio. Não é pouco, para quem conviveu a vida toda com a humilhação por sua condição social e com a luta para garantir o sustento.

“A gente aprende a transformar o medo do preconceito por ser da favela em força, para ir além. A educação transformou a minha vida e de minha família. Agora, eu quero cursar pedagogia, para transformar a vida de outras pessoas, devolver à sociedade o que eu recebi aqui”, conta Jonas. Ele sonha em ter uma casa para morar com a esposa e as duas filhas. Antes atendido, agora ajuda nos atendimentos da associação. “Nossos alunos são sensacionais, são o que me move para continuar”, conta Patrícia Zacarias, colaboradora da entidade. “Eles merecem muito mais, só não fazemos mais por falta de recurso”, completa.

O Instituto Pro Bono atua como uma ponte entre advogados voluntários e entidades do terceiro setor que precisam ser constituídas ou regularizadas: por meio desse auxílio, elas podem passar a atuar, atendendo centenas de pessoas, como o Jonas. A Nossa Turma é atendida por voluntários como o advogado Alan Faria Andrade Silva, que doa suas horas há mais de dez anos: “usar minha formação a serviço do auxílio ao próximo é uma forma de exercer minha função social”.

Você também pode exercer sua função social apoiando o Instituto Pro Bono a continuar auxiliando entidades que transformam a realidade das pessoas por meio da educação.

faça sua doação agora
A Gene foi bem acolhida no Brasil e só vê motivos para sorrir e seguir em frente

A Gene foi bem acolhida no Brasil e só vê motivos para sorrir e seguir em frente

Há pouco tempo por aqui, Gene já fala um excelente português. Sorri, abraça e brinca com todo mundo. Quem a vê assim e pensa que a vida foi fácil, se engana: após viver o terremoto que devastou um país já assolado pela extrema pobreza e marcado pelo abandono, ela deixou o Haiti em busca de uma vida melhor, lá deixando a mãe e o irmão. O filho, o pai do filho e a irmã seguiram para os Estados Unidos. Desembarcando sozinha num país estrangeiro, Gene enfrentou aqui menos dificuldades do que esperava: ela se surpreendeu com a acolhida recebida pelo Abraço Cultural, uma entidade auxiliada pelo Instituto Pro Bono que oferece cursos de inglês, francês, árabe e espanhol ministrados por imigrantes refugiados, gerando renda e integração cultural e socioeconômica entre imigrantes e brasileiros. Com o emprego, Gene consegue se sustentar e ainda fazer o que mais gosta: conversar e contar histórias. Considera-se uma pessoa de sorte e, diferente de seus conterrâneos, acredita que é possível voltar e mudar a realidade do Haiti. É seu sonho.

O Instituto Pro Bono atua como uma ponte entre advogados voluntários e entidades do terceiro setor que precisam ser constituídas ou regularizadas: por meio desse auxílio, elas podem passar a atuar, atendendo centenas de pessoas, como a Gene. O Abraço Cultural é atendido por voluntários como a Maria Elisa Verri, do Tozzini Freire Advogados: “trabalhar com pessoas em situação de vulnerabilidade nos faz sentir parte da sociedade. Os benefícios vêm para toda a sociedade”.

Você também pode fazer parte de nosso trabalho apoiando o Instituto Pro Bono a continuar auxiliando entidades que integram pessoas e mundos.

faça sua doação agora
O Paulo atende as pessoas de baixa renda do Bexiga há 20 anos. Ajude-nos a continuar trabalhando com ele

O Paulo atende as pessoas de baixa renda do Bexiga há 20 anos. Ajude-nos a continuar trabalhando com ele

Visitar a Novolhar é como entrar em outro mundo. Na entidade sem fins lucrativos, atuante no Bixiga há vinte anos, cento e vinte crianças de baixa renda são atendidas em contraturno, mas quem espera encontrar lá a bagunça típica da infância irá se decepcionar: as crianças são todas gentis, solícitas e educadas. O ambiente é de descontração e alegria, mas também de respeito. Qual será a mágica? “Para nós, não basta que a criança siga as regras, as leis. Isso é o mínimo. É preciso que, além disso, ela se torne uma cidadã, com caráter e consciência de seu papel no mundo que a rodeia”, explica Paulo, que dirige a Novolhar desde seu início. “Não adianta apenas saber matemática, português, se isso não transformar a pessoa e a realidade dela”, completa.

A entidade atua em parceria com o Instituto Pro Bono desde seu nascimento. Além de um trabalho de conscientização sobre os direitos universais das crianças, as duas instituições realizaram juntas, por muitos anos, plantões de atendimento jurídico para as famílias em situação de vulnerabilidade na região. Já foram atendidas mais de mil famílias com os mais diversos problemas, como dúvidas sobre direito de família, recebimento de pensão, herança, familiares presos sem direito a defesa, dentre outros. A entidade foi premiada por um trabalho na Fundação Casa que proporciona aos jovens a oportunidade de um emprego ou estágio que monitora a família, o jovem e a empresa, para que aconteça de fato sua inserção na sociedade. Sobre o que o motiva a manter este trabalho há tanto tempo, Paulo é enfático: “você tem que deixar o mundo melhor do que o pegou. Só assim ele será melhor para seus filhos, seus netos e para todo mundo”.

Você também pode nos ajudar a tentar deixar o mundo melhor, apoiando o Instituto Pro Bono a seguir sua parceria com entidades que transformam pessoas em cidadãos.

faça sua doação agora
“Enquanto eu fizer o bem, posso acreditar que sou um bom advogado”. Conheça a história do Rassi e se inspire

“Enquanto eu fizer o bem, posso acreditar que sou um bom advogado”. Conheça a história do Rassi e se inspire

Quem vê a trajetória profissional do João Rassi, que passou por alguns dos mais importantes escritórios empresariais do país até se tornar sócio do Siqueira Castro, pode pensar que ele conseguiu tudo o que a carreira poderia oferecer. Mas ele não pensa. Descendente de uma família que sofreu na pele a repressão da ditadura, Rassi teve em casa uma formação em que ajudar o próximo é um princípio básico: “a gente faz porque quer, sem precisar contabilizar nem mostrar”. Este sentimento de humildade e respeito pelo outro se tornam evidentes quando se conversa com o advogado, doutor pela USP.

No ano passado, o Instituto Pro Bono estava desenhando um piloto de atendimento nas audiências de custódia e chamou o Rassi para que conhecesse o projeto. Ele fez críticas, preocupou-se com os detalhes para que tudo funcionasse e, quando percebeu, estava ele mesmo participando, doando (muitas) horas suas e de sua equipe para a mais complexa iniciativa já realizada pelo Instituto. Foi assim, quase por acaso, que ele entrou para o time de advogadas e advogados que o Instituto capacitou e segue capacitando para uma defesa qualificada nas audiências na Comarca de Itapecerica da Serra. Seu grande conhecimento técnico e acadêmico, aliados ao rigor ético e comprometimento têm feito toda a diferença no projeto: são qualidades essenciais para enfrentar uma justiça despreparada e preconceituosa com as pessoas menos favorecidas.

“Numa época em que o mundo está se fechando e as pessoas se afastando cada vez mais do contato com o outro, faço questão de formar profissionais humanos”, salienta Rassi. “É isso que faz a gente ser brasileiro, pôr o pé no chão e aprender a ter humildade. Enquanto eu tiver este sentimento, posso acreditar que sou um bom advogado”, completa.

Você também pode doar a quem mais precisa, apoiando o Instituto Pro Bono em sua missão de promover a igualdade de acesso à justiça. Afinal, só existe justiça quando ela é para todos.

faça sua doação agora
O Rafael acredita que todo o advogado tem a obrigação moral de doar conhecimento e tempo. Faça como ele

O Rafael acredita que todo o advogado tem a obrigação moral de doar conhecimento e tempo. Faça como ele

O advogado Rafael Pessoa iniciou sua carreira como estagiário do KLA, um escritório que contribui regularmente com o Instituto Pro Bono. Seu primeiro contato com a advocacia voluntária foi num plantão de atendimento jurídico à população organizado pelo Instituto no bairro do Iguatemi, extremo leste de São Paulo: “foi um choque de realidade. De cinco em cinco minutos escutávamos uma história muito difícil, que não imaginávamos no nosso dia a dia”, lembra ele.

A experiência despertou seu desejo de se dedicar mais ao trabalho voluntário e, em pouco tempo, Rafael estava ocupando o cargo de coordenador pro bono do escritório, a convite da sócia Tania Liberman. Hoje, ele busca estimular os colegas a praticarem o pro bono. “É uma obrigação moral do advogado: reverter para sociedade o que você aprendeu”, defende.

O Instituto Pro Bono atua como uma ponte entre, de um lado, pessoas em situação de vulnerabilidade e entidades do terceiro setor que as atendem e, de outro, advogados e escritórios, como o KLA, que desejam atender de forma voluntária àqueles que necessitam de serviços jurídicos.

Ajude o Instituto Pro Bono a continuar fomentando a cultura pro bono em escritórios de advocacia, colaborando para que mais e mais pessoas tenham acesso à justiça.

faça sua doação agora
Copyright © Instituto Pro Bono. Todo o conteúdo deste site é de uso exclusivo do Instituto Pro Bono. OKN group